A partir de hoje vamos fazer um revival dos principais videos que ajudaram a ampliar meu vocabulário ao longo dos últimos três ou quatro anos. É sério. Ao final desta série vocês HÃO de concordar comigo de que é possível sobreviver neste MUNDO VÉIO apenas utilizando as frases célebres que por aqui desfilarão nos próximos dias. Tem metáfora pra tudo, mas tem que ter sensibilidade pra captar e colocar em prática no dia-a-dia.
Vamos começar com o ÉBRIO mais indócil que já habitou o agreste pernambucano. Suas citações podem ser usadas com aquele seu amigo que anda meio macambúzio, sem querer sair de casa por conta de alguma ferida N’ALMA, ou ainda com aquele outro amigo folgado que adora tirar uma ONDINHA com sua cara, mesmo quando você não está nos seus melhores dias. Com vocês…
Esse negócio de blog saiu de moda mesmo, hein? O mesmo pras listas de discussão. Falar em lista de discussão pra esse pessoal de hoje em dia é o mesmo que discorrer sobre Física Quântica em SÂNSCRITO.
A negada atualmente anda com uma pressa alucinante. 140 caracteres e olhe lá.
Fora a meia dúzia de teimosos que vêm (esse acento também caiu com a reforma? aliás… tem mesmo acento aí?) aqui com alguma freqüência (esse caiu!), é de espantar que existam pessoas que ainda pensam que vão encontrar neste blog algum resultado relevante para suas pesquisas no Google. Essas pessoas se frustram miseravelmente ao procurar por:
youtube — Gente, na boa. Vou dizer só essa vez, ok? O endereço daquele sitezinho obscuro de videos é http://www.youtube.com, tá massa? Então, formô.
livelock — Isso é que dá batizar as coisas com nomes que já significavam alguma outra coisa antes. Mas vamos ajudar os estudantes de computação completamente desorientados em suas referências, micreiros nível 2 e demais infelizes que um dia precisaram saber que raio significa esse FOREVIS: http://livelock.wordpress.com/about/
assustador — Caro(a) amigo(a), tirando o dia em que eu resolver postar uma foto minha acordando de ressaca, provalmemente você não encontrará aqui nada que valha um susto. Sugiro procurar emoutroslugares.
x picanha — Pão. Queijo. Picanha. Próximo?
o mundo vai acabar — Yes, please! Estamos todos trabalhando duro para isso.
É difícil convencer a gurizada de hoje do prazer envolvido em apreciar um álbum de um artista qualquer. Quando se tem uma porrada de sites como Last.fm, Blip.fm e Grooveshark, a tarefa fica ainda mais inglória. Vou dizer que se eu tivesse uma conexão um pouco menos sebosa, nem torrent ia rolar. Perder tempo ouvindo dezenas de músicas pingadas – ou mesmo aos pedaços – é bem fácil com esses brinquedinhos. Isso não tem como ser saudável, infelizmente. Por isso é que faz parte do meu projeto de vida futura (espero que próxima) acumular alguns discos essenciais (nada de mp3) e me mudar pro meio do mato (enquanto houver), por mais hippie jujo que possa parecer.
O site da revista Veja disponibilizou um teste cuja finalidade é ajudar o visitante a se localizar dentro do espectro político-econômico. O que eles esqueceram foi de avisar que a trabalho foi adaptado do The Political Compass, inclusive com algumas perguntas quase idênticas. Nada de mais se inspirar em uma iniciativa alheia, mas seria de bom tom creditar o original.
Fiz os dois testes apenas para confirmar o que eu já previa:
Eu fico incrível com certas coisas. Das três uma: (a) tenho pouca criatividade e só produzo clichê (bem capaz), (b) alguém tem menos criatividade ainda ou (c) como já dizia um professor da faculdade “Não se iludam: toda idéia que vocês tiverem, alguém já teve antes e – pior – já está investindo grana nela”.
Não sabe do que estou falando? Assista o vídeo e, se um algum dia acompanhou a gloriosa R.I.B., talvez descubra. Se não sabe nem o que é R.I.B., nem se dê o trabalho: o vídeo é bem ruinzinho.