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na calçada dos outros é refresco

15/09/2008 · Deixe um comentário

“Minha netinha aprendeu a falar cocô de tanto ver nas ruas”

Achei essa reportagem de uma singeleza singular. Provavelmente deve ser o texto jornalístico que possui o maior número de ocorrências de uma das melhores palavras da língua portuguesa. Aliás, a matéria incutiu uma dúvida atroz em meu encéfalo: “cocô” é substantivo incontável ou não? Sempre achei estranho ver essa palavra no plural.

Sobre o assunto em si, é o que eu sempre digo: qual seria a reação dos donos dos pobres animais se alguém entrasse em sua sala de estar e arriasse no tapete?

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cascading style sheets bem no meio do seu bolso

12/06/2008 · 1 Comentário

Aí vai uma listinha dos deputados federais sergipanos e pernambucanos que estão doidinhos pra reabrir aquele furo no seu bolso. Nas próximas eleições prestem atenção em quem estão votando, ô seus memória curta!

Sergipe

  • Valadares Filho (PSB)
  • Eduardo Amorim (PSC)
  • Iran Barbosa (PT)

Pernambuco

  • Renildo Calheiros (PCdoB)
  • Wolney Queiroz (PDT)
  • Silvio Costa (PMN)
  • Eduardo da Fonte (PP)
  • Inocêncio Oliveira (PR)
  • Marcos Antônio (PRB)
  • Ana Arraes (PSB)
  • Fernando Coelho Filho (PSB)
  • Carlos Eduardo Cadoca (PSC) – se abster é votar em quem vence
  • Fernando Ferro (PT)
  • Maurício Rands (PT)
  • Pedro Eugênio (PT)

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a fila do supermercado

07/05/2008 · Deixe um comentário

Dando início à proposta do post anterior, vamos começar com uma reclamação específica sobre uma das faces do temível jeitinho brasileiro que se manifesta nos supermercados, mais precisamente na hora de encarar a (cada vez mais) dolorosa. Não sei o quanto isso é comum, mas pelo menos comigo a freqüência com que a pessoa à minha frente na fila do caixa pede para tomar conta do carrinho enquanto “vai buscar o produto XPTO que esqueceu” é maior do que eu apreciaria.

Geralmente o fato de ser surpreendido me deixa momentaneamente sem reação e acabo concordando, com um aceno de cabeça mal-humorado. No entanto, da última vez fiz a mulecage de deixar o carrinho parado no mesmo exato lugar e passar à frente. Chegou minha vez, paguei, fui embora e nem sinal do folgado cidadão que me pediu o “favor”.

Acontece que fazer isso não é lá muito bonito, concordo. Então passei a matutar algumas respostas para contornar a situação de sem ser pego de surpresa e de maneira mais digna:

“Infelizmente hoje não vai dar. Também estou com um pouco de pressa.”

“Olha, acho que se o senhor/a senhora pedir ao caixa o produto que faltou eles mandam aquele funcionário dos patins ir buscar. Estamos pagando caro aqui pra isso, afinal. (sorriso)”

Claro que existem outras respostas bem menos polite que essas, mas (infelizmente?) nem todo mundo se garante em mandar, como por exemplo “Meu tempo vale tanto quanto o seu. Se tive o cuidado de fazer uma lista de compras foi justamente pra não perder tempo.”

Então é isso. A campanha contra os folgados da fila do supermercado está em campo. Mal posso esperar para poder colocar em prática.

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o blog continua o mesmo, mas o conteúdo…

06/05/2008 · Deixe um comentário

Ainda sobrou alguém acompanhando isso aqui? Beleza. Então vamos dar uma utilidade pra esse espaço que andou às moscas nos últimos meses. Como não dá pra fazer isso apenas falando sobre os esquetes antigos dos Trapalhões, vou ter que escrever sobre uns assuntos um pouco mais sérios de vez em quando (mas não sempre).

O desafio vai ser basicament reclamar e divulgar/propor soluções para uns problemitas comuns a todos os compatriotas sem soar chato ou imbecil.

A conferir.

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troféu melancia continua

07/07/2006 · 1 Comentário

Pense num sujeito que ficou injuriado com a Copa do Mundo.

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criatividade infinita

28/06/2006 · 1 Comentário

Enquanto a pelota passeia pelos relvados alemães, nossos nobres representantes na “casa de todos os brasileiros” soltam a criatividade no Planalto Central. Penso que seria mais útil democratizar o acesso aos cinemas somente depois de democratizar o acesso à educação, mas se eu realmente entendesse de alguma coisa não estaria aqui. Seria deputado.

Texto do PL-6741 na íntegra.

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sobre a estréia

22/06/2006 · Deixe um comentário

Nestes tempos de internet fica difícil escrever algo que não pareça um apanhado de tudo o que todo mundo comenta o tempo todo, mas vamos tentar umas rápidas impressões sobre o jogo de hoje, tão cedo quanto foi possível ligar o computador após o apito final do árbitro e antes que o Galvão diga as obviedades de sempre no Jornal Nacional.

  • Desde 1997, Juninho Pernambucano merece ser titular de qualquer time deste universo e de qualquer outro que venha a existir. Emerson ou Zé Roberto podem perfeitamente suportar uns dias no banco de reservas.
  • É difícil saber o que realmente acontece com Ronaldo desde a França ‘98. Ele faz de propósito só pra provar que consegue? É o cara mais sortudo do mundo, já que passa por tudo quanto é polêmica e sempre consegue dar um jeito de calar a boca de todos? Ou seria somente a prova de que resignação e persistência sempre acabam valendo a pena nos momentos de pressão? Não sei responder. Tirem suas conclusões.
  • Zico é o proprietário do pé mais frio que já teve a sorte de tocar o solo do planeta Terra.
  • É uma pena que Cicinho, creio eu, terá que devolver a lateral direita a Cafu, em nome da tentativa de alcançar alguns recordes em Copas do Mundo. Se o ídolo do Jardim Irene voava baixo em 94, o lateral do Real Madrid é o feliz proprietário de pelo menos uns cinco pulmões em 2006. Excetuando alguns momentos de afobação que permitiram ao Japão armar contra-ataques, o baixinho ainda tem um grande futuro na Seleção.
  • Melhor substituição: o grande Rogério Ceni no lugar de Dida. Não sabemos se o são-paulino (futuro presidente do clube, basta ele querer) terá chance de jogar outro campeonato mundial.
  • Em tempo hábil, Ronaldinho resolveu jogar com todas as suas merecidas premiações penduradas no pescoço. Ainda vai crescer muito nessa Copa. Merece um gol com urgência.
  • Ricardinho tem vaga garantida em qualquer clube, mas nunca conseguiu entrar de verdade na sintonia da Seleção Brasileira.
  • Ronaldo nunca vai conseguir arrancar um comentário negativo de Galvão Bueno. Durante o primeiro tempo – tirando o gol nos acréscimos, uma finalização e uns dois passes certos – nosso centroavante de peso pouco apareceu, mas mesmo assim só teve seu nome citado em elogios. É um caso (de amor?) que chega a ser intrigante.
  • Tenho lembrança de acompanhar futebol há uns 17 ou 18 anos e nunca vi um setor defensivo de Seleção tão tranqüilo quanto o atual. Resta saber se as coisas vão continuar assim quando o time tiver que encarar seus reais adversários: Itália, Inglaterra, Argentina, Alemanha e Holanda (deveríamos incluir Portugal e Espanha nessa conta?).
  • Com todo respeito à experiência dos mais velhos, o jogo de hoje comprovou que temos duas barangas nas laterais. Obrigado por tudo, de coração, mas no futebol atual quem não tem laterais com fôlego para se teleportar da defesa ao ataque e vice-versa, não tem muita coisa.
  • Gana me assusta mais que a Itália. Com a Squadra Azzurra, pelo menos se sabe o tamanho da encrenca com a qual se está lidando.
  • Como vai ser o expediente da próxima terça-feira, uma vez que o jogo é ao meio-dia?

É isso. Sei que é feio repetir o tema há três ou quatro posts, mas é isso ou assuntos do trabalho, heh.

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seu juá, o boleirão

20/06/2006 · Deixe um comentário

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o pior cego

14/06/2006 · 1 Comentário

Ainda não li/ouvi ninguém dizer que a apresentação simplória da Seleção em sua estréia na Copa do Mundo foi menos fruto da inoperância dos dois homens de frente do que do exemplar trabalho de marcação da equipe croata. Raramente se via um jogador canarinho tocar a bola sem estar cercado por pelo menos um trio de adversários.

Brasileiro é oito ou oitenta: em geral tem a auto-estima tão baixa que não se imagina fazendo nada que preste. No entanto, quando se trata de futebol, tem essa mania esquisita de achar que só perde pra si mesmo.

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as invasões bárbaras

18/05/2006 · Deixe um comentário

Sempre digo que a solução para a economia brasileira é exportação de cabra safado e de mala-sem-alça. Balança comercial positiva para sempre. O pior é que esse tal do suíço ainda não viu nada.

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